quinta-feira, 19 de abril de 2012

Estandartes: Significado e a sua Importância


Estandarte da Tribo de Levi

Os estandartes que principiavam e lideravam os vários acampamentos no deserto, possuíam profundo significado espiritual, e não devem ser confundidos com os atuais brasões familiares, ou estandartes nacionais.

De fato, as nações do mundo copiaram dos judeus a ideia de uma bandeira nacional; contudo, os estandartes foram projetados e expostos inteiramente por orientação Celestial.
Os judeus viram profeticamente os estandartes na Outorga da Torá, perceberam a Shekinah descendo sobre o Monte Sinai acompanhado de 22.000 carruagens de anjos próximos à Shekinah, e vasto número de carruagens adicionais que a rodeavam.
Os estandartes Celestiais de fogo foram percebidos pelos judeus em várias matizes de cores, as inspiradoras visões dos exércitos celestiais fizeram aos israelitas exclamar: "Se ao menos estivéssemos organizados sob estandartes, com a Shekinah em nosso meio, exatamente como os anjos!..."
Por que desejaram estandartes? Ansiavam sentir a santidade especial de posicionarem-se como o exército Celeste, que beneficiava-se de um nível mais elevado de ligação com o Todo-Poderoso.
Deus informou então a Moisés que Ele concederia ao povo judeu seu pedido pelos estandartes, porém foi apenas trinta dias depois do Tabernáculo ter sido erguido que Deus considerou os judeus merecedores de atingirem esse nível superior de santidade, Deus ordenou a Moisés: "Os judeus devem acampar sob quatro estandartes líderes." 
Quando os israelitas tomavam suas respectivas posições sob os estandartes, a Shekinah descia das bandeiras celestiais para pairar sobre os judeus, eram desta forma elevados a novos píncaros de santidade, como o exército de Deus na Terra.
As nações gentílicas que viam os judeus descansarem sob os estandartes eram tomadas de temor e reverência, conseguiam reconhecer a santidade de um povo que vivia como uma unidade organizada para servir o Todo-Poderoso. Sentindo que os judeus na Terra pareciam-se com anjos Celestiais, exclamavam admirados: "Que nação é esta que se parece com a aurora, bela como a lua, clara como o sol, e que inspira temor sob seu estandarte?!"
A memória dos estandartes jamais foi esquecida por nosso povo, (a Shekinah teve que partir após o pecado do bezerro de ouro). Porém por milhares de anos depois de haverem tido os estandartes, sempre que um judeu era perigosamente tentado a comprometer sua fé replicava: "O que podem oferecer que se possa comparar à grandeza que uma vez experimentamos no deserto? estávamos sob os estandartes, como o Acampamento de Deus na Terra. Suas promessas são míseras e insignificantes, comparadas às do Todo-Poderoso"assim a lembrança da glória dos estandartes auxiliou os judeus no exílio a permanecerem fiéis e leais à Bíblia.

As Doze Tribos de Israel


Bandeira de Israel
O nome Yisra’el foi outorgado A Jacó pelo próprio Anjo Adonai, depois de Jacó ter lutado com ele, a noite toda (Gn 32:24-25). A luta de Jacó foi espiritual, em oração, “Como príncipe lutou com o anjo, e prevaleceu; chorou e lhe suplicou. Em Betel o achou, e falou com ele ali; sim, com o Eterno, o ELOHIM TZEVAOR/dos Exércitos, o HaShem é o seu nome.” (Os 12:4-5) e também física . E nessa luta o patriarca venceu “prevaleceu”. Isso não quer dizer que Jacó tenha derrotado a Elohim, mas que finalmente satisfez a exigência que Elohim fez na aliança: Submissão dócil (o que se vê na coxa ferida) (Gn 32:25-26).
E ele continuou se recusando a deixar o anjo partir até que este o abençoasse. O Eterno Elohim então anunciou: “Já não te chamarás Jacó (suplantador) (Ya’acob) e sim, “YISRAEL” (Yisra’El): pois como príncipe lutaste e como príncipe tiveste poder.”
O substantivo aparece primeiro na Bíblia como nome “honorífico” (que confere honrarias) do patriarca Yaakov, depois como nome próprio designativo da Nação de Yisrael, a qual descendeu dos 12 filhos dele.
Depois da morte de Yaakov “Yisra’El” continuou sendo empregado como nome alternativo do patriarca. Mas, assim como a expressão “benê Yisra’El”, “filhos de Israel”, perdeu o sentido literal de os 12 filhos do patriarca “São estes os nomes dos filhos de Yisrael, que entraram no Egito com Jacó, cada um com a família.” (Ex 1:1), passou a designar de forma mais metafórica os seus descendentes em geral. De igual forma “Israel” veio designar a nação hebraica.
“E ouvirão a tua voz. Então ireis tu e os anciãos de Ysrael, ao rei do Egito e lhe direis: O Eterno, o Elohim dos hebreus, nos encontrou. Agora, pois, deixa-nos ir caminho de três dias para o deserto, a fim de que sacrifiquemos ao Eterno nosso Elohim.” (Ex 3:18)

segunda-feira, 16 de abril de 2012

Festa da Páscoa - Pessach

Pessach/Páscoa: "Morre o cordeiro, ressuscita o leão!"


A Festa de Pessach é um dos eventos mais importantes dentro não somente do judaísmo como também da história universal, pois foi neste grande evento que o Eterno consumou a libertação do povo de Israel do jugo dos egípcios. Mas, como isso começou? O relato abaixo nos mostra a importância e a amplitude daquilo que aconteceu:
“Após uma série de pragas que esmagaram o país e subjugaram seu rei, o faraó finalmente se rende. Depois de torturar, abusar e assassinar judeus impiedosamente durante décadas, eles são libertados. No 15º dia do mês hebraico de Nissan, o povo judeu, finalmente, viveu um êxodo em massa de um regime genocida e de uma monarquia tirânica. Eles tinham embarcado no caminho da liberdade.
Mais de três milênios se passaram desde aquele dia. É muito tempo. Porém os filhos e netos dos escravos que partiram do Egito ainda comemoram anualmente este evento. Até hoje, Pêssach continua sendo a Festa mais amplamente observada e celebrada. Muitos judeus que se consideram afastados da tradição e da religião ainda se sentem compilados a participar em algum tipo de Sêder de Pêssach.
A importância disso não pode ser deixada de lado. É fácil celebrar o milagre da liberdade quando você é livre. Porém na maior parte da sua história a nação judaica se viu exilada, oprimida, dominada – física, emocional e religiosamente – por tiranos e ditadores de todos os tipos. Se Pêssach representa a jornada da escravidão à liberdade, o que ocorreu com isso depois da destruição babilônica do Primeiro Templo e o subseqüente exílio de Israel? Ou após a conquista pelos gregos e romanos da terra judaica e o exílio de seus habitantes? O que aconteceu com a celebração da liberdade após a destruição do Segundo Templo, o fracasso da rebelião de Bar Kochba, as horríveis perseguições de Adrianus e a longa, trágica série de eventos que levaram ao maior exílio na história judaica? Poderiam os judeus celebrar a emancipação sob circunstâncias opressivas? Poderiam os judeus ainda se sentarem anualmente e declarar com sinceridade: “Fomos escravos do faraó no Egito e D'us nos libertou?”
Mas, qual foi o veículo usado pelo Eterno para trazer a libertação ao povo de Israel? A resposta é simples e objetiva: o cordeiro. O texto da Torah nos informa que: “E falou o IHVH a Moisés e a Arão na terra do Egito, dizendo: Este mesmo mês vos será o princípio dos meses; este vos será o primeiro dos meses do ano. Falai a toda a congregação de Israel, dizendo: Aos dez deste mês tome cada um para si um cordeiro, segundo as casas dos pais, um cordeiro para cada família. Mas se a família for pequena para um cordeiro, então tome um só com seu vizinho perto de sua casa, conforme o número das almas; cada um conforme ao seu comer, fareis a conta conforme ao cordeiro” Ex 12:1-4. Mas, por que o cordeiro?
Em primeiro lugar o cordeiro era considerado para os egípcios como uma divindade; então sacrificar um cordeiro seria o equivalente a dizer que estavam “sacrificando” ao deus egípcio e vencendo-o! Em segundo lugar o cordeiro era um animal considerado “casher” – ou seja, próprio para o consumo de acordo com os preceitos da Torah – e portanto apropriado para ser consumido pelos israelitas.
Em terceiro lugar o cordeiro tinha uma conotação profética, pois apontaria para uma realidade muito mais profunda e que culminaria com a sua associação à redenção humana.
Em quarto lugar o Eterno associou ao cordeiro funções proféticas que estão ligadas ao homem e a sua salvação conforme veremos abaixo:
  • “Então falou Isaque a Abraão seu pai, e disse: Meu pai! E ele disse: Eis-me aqui, meu filho! E ele disse: Eis aqui o fogo e a lenha, mas onde está o cordeiro para o holocausto? E disse Abraão: Elohim proverá para si o cordeiro para o holocausto, meu filho. Assim caminharam ambos juntos” Gn 22:7-8.
  • “Se oferecer um cordeiro por sua oferta, oferecê-lo-á perante o IHVH” Lv 3:7.
  • “Ele foi oprimido e afligido, mas não abriu a sua boca; como um cordeiro foi levado ao matadouro, e como a ovelha muda perante os seus tosquiadores, assim ele não abriu a sua boca” Is 53:7.
  • “E eu era como um cordeiro, como um boi que levam à matança; porque não sabia que maquinavam propósitos contra mim, dizendo: Destruamos a árvore com o seu fruto, e cortemo-lo da terra dos viventes, e não haja mais memória do seu nome” Jr 11:19.
  • “Cordeiro desgarrado é Israel; os leões o afugentaram; o primeiro a devorá-lo foi o rei da Assíria; e, por último Nabucodonosor, rei de Babilônia, lhe quebrou os ossos” Jr 50:17.
  • “No dia seguinte Iorranam viu a Ieshua, que vinha para ele, e disse: Eis o cordeiro de Elohim, que tira o pecado do mundo” Jo 1:29.

Por isso, em Pessach o Cordeiro deveria morrer para que através de seu sangue os umbrais das portas fossem marcados e assim a morte - a décima praga - não atingira aos israelitas, porém atingiria aos egípcios. Mas, qual era a diferença entre estes dois povos então? A diferença está na obediência às instruções do Eterno que deveriam ser obedecidas. Quem obedeceu recebeu como recompensa a vida; aos desobedientes veio a morte, conseqüência do juízo iminente do Eterno sobre os opressores dos judeus.
Em Pessach o cordeiro morre para que os judeus tenham a vida e possam ser libertos da escravidão dos egípcios. Até este momento o que é mais importante nesta Festa é a morte do Cordeiro! Se o Cordeiro não morresse não haveria qualquer possibilidade do sangue ser posto nos umbrais das portas e conseqüentemente não haveria uma marca distintiva naquela casa demonstrando que um inocente já havia morrido ali no lugar do primogênito da casa. Nunca a morte teve uma importância tão grande num evento histórico!
Séculos se passaram e todo o ano a mesma coisa acontecia: em Pessach o Cordeiro morria em memória daquele dia em que os israelitas foram libertados do Egito e tiveram sua história mudada para sempre! O Cordeiro fora o responsável por isso!
Isso aconteceu até que um dia, numa celebração de Pessach, um outro evento marca a história de Israel, descrito assim pela história: “E, no primeiro dia da festa dos pães ázimos, chegaram os discípulos junto de Ieshua, dizendo: Onde queres que façamos os preparativos para comeres a páscoa? E ele disse: Ide à cidade, a um certo homem, e dizei-lhe: O Mestre diz: O meu tempo está próximo; em tua casa celebrarei a páscoa com os meus discípulos. E os discípulos fizeram como Ieshua lhes ordenara, e prepararam a páscoa. E, chegada a tarde, assentou-se à mesa com os doze. E, comendo eles, disse: Em verdade vos digo que um de vós me há de trair. E eles, entristecendo-se muito, começaram cada um a dizer-lhe: Porventura sou eu, Adonai?” Mt 26:17-22.
O texto nos fala sobre Pessach e os envolvidos são Ieshua e seus discípulos... Esta era a mais importante Festa de Pessach celebrada por eles e quando o cenário está pronto temos então o Cordeiro de Elohim que está pronto a ser oferecido em sacrifício – conforme o mandamento da Torah, em que um cordeiro de um ano sem mancha deveria ser morto para relembrar a libertação do Egito. Agora, o Cordeiro de Pessach está ali junto com os seus e pronto para ser “imolado” para a redenção daqueles que ali estão. Ele morreria para que os outros tivessem vida; assim era em Pessach e assim acontece nas Escrituras: um inocente puro morre por aqueles que são pecadores e culpados, sentenciados à morte. A sentença apenas muda de destino; porém os efeitos desta morte beneficiariam a um incontável número de pessoas em todas as eras e em todos os lugares do mundo!
E, conforme acontece em Pessach o Cordeiro é morto às quinze horas para que seu sangue possa trazer via aos participantes da Festa! A tristeza da morte é substituída pela alegria da salvação! “E, chegando ao lugar chamado Gólgota, que se diz: Lugar do Crânio, deram-lhe a beber vinagre misturado com fel; mas ele, provando-o, não quis beber. E, havendo-o crucificado, repartiram as suas vestes, lançando sortes, para que se cumprisse o que foi dito pelo profeta: Repartiram entre si as minhas vestes, e sobre a minha túnica lançaram sortes. E, assentados, o guardavam ali. E por cima da sua cabeça puseram escrita a sua acusação: ESTE É IESHUA, O REI DOS JUDEUS” Mt 27:33-37. Para muitos esta Festa de Pessach foi cercada de muita tristeza e angústia... para outros de uma indizível alegria que permeava o ar, pois eles haviam se “livrado” de um grande incômodo: um profeta, um homem de D-us que quando abria seus lábios não deixava dúvidas: o Eterno falava através dele! Para muitos Ele representava esperança; para outros uma grande ameaça!
Enquanto isso no reino espiritual certamente havia uma indizível alegria entre os demônios, principados, potestades e o próprio Adversário, que após a morte de Ieshua se regozijavam e se cumprimentavam pelo “sucesso” de seu plano maligno! Eles haviam conseguido matar ao Ungido do Eterno e agora nada mais poderia impedi-los de conquistarem o restante do mundo e até mesmo o universo e o olam haba – mundo vindouro, a morada do Altíssimo! Vamos entender o que havia acontecido: enquanto Ieshua estava na terra Ele era não somente o Ungido, como também uma ameaça aos poderes das trevas que sabiam estarem seus dias de operações malignas contados. Todo o reino do espírito sabia que tipo de ameaça representava Ieshua para eles. Mas não era só isso. Eles sabiam da vulnerabilidade do homem – o ser humano – e buscaram nesta vulnerabilidade a derrota final de Ieshua tentando a todo o instante fazê-lo pecar. Isso seria a sua completa vitória, pois arrasaria de vez os planos de redenção do Eterno. Entendendo: como um homem que pecou poderia trazer a redenção à humanidade? A resposta é: nunca! Por isso uma das coisas que Ieshua nunca poderia fazer era pecar. Para isso Ele lutou intensamente contra o pecado, dando assim ao homem uma certeza: podemos viver sem ficarmos “atolados” no pecado pois Ieshua como homem também conseguiu! Mas. Voltemos ao reino espiritual... para eles a vitória já estava “consumada” e o que restava agora era festejar e logo em seguida reunir as “tropas do inferno” para conquistarem a eternidade, pois o Ungido do Eterno falhara em sua missão! Para eles era questão de pouquíssimo tempo para que tudo isso viesse a acontecer e para que pudessem então desfrutar de mais um prazer: derrotar Aqueles que os havia Criado!
O tempo passa, e ao terceiro dia de Pessach algo inesperado acontece, primeiro nas profundezas do inferno e depois na terra... No inferno o maligno recebe, em meio à sua grande celebração da vitória, uma bizarra visita: Ieshua o Ungido ressurreto de entre os mortos! A cena foi chocante: Ieshua entrando nos domínios das trevas de forma imponente, com sua cabeça erguida e com a luz do Criador brilhando em seu ser... O pânico toma conta daquele lugar e o Adversário ao vê-lo se caminhando em sua direção certamente perguntou: “Ei, você não é o Cordeiro de D-us...” – certamente não completou a frase dita por Iorranam que dizia: “...que tira o pecado do mundo”. E para sua surpresa o adversário ouve um rugido intenso, forte e magnífico e palavras doces, porém recheadas de autoridade lhe dizem: “Eu fui o Cordeiro de D-us; agora eu sou o Leão da Tribo de Iehudá” e vim aqui para lhe dizer que eu venci. Me devolva a autoridade sobre a morte e sobre o inferno”!
O ambiente certamente estava todo em silêncio; somente a voz do Ungido de Elohim se fazia ouvir. Então o adversário deve ter lhe respondido: “Mas eu te matei! Existem testemunhas de que você morreu! O que você faz aqui?” A resposta de Ieshua deve ter sido assim: “Como você poderia matar Aquele que é a origem da própria vida? Estou aqui para lhe dizer que Eu venci e tenho direito ao despojo: levo comigo a autoridade sobre a morte e a partir de agora tenho também autoridade sobre o inferno! Você não governa mais; Eu governo os céus, a terra e agora também o inferno!”
Em Pessach tivemos dois eventos num só: a morte do Cordeiro de Elohim e a ressurreição do Leão da tribo de Iehudá! Aparentemente um fraco morreu para nos trazer vida eterna; porém quando Aquele “fraco” ressuscitou Ele o fez como o mais poderoso e imponente dos animais: o Leão! “E disse-me um dos anciãos: Não chores; eis aqui o Leão da tribo de Iehudá, a raiz de David, que venceu, para abrir o livro e desatar os seus sete selos. E olhei, e eis que estava no meio do trono e dos quatro animais viventes e entre os anciãos um Cordeiro, como havendo sido morto, e tinha sete chifres e sete olhos, que são os sete espíritos de Elohim enviados a toda a terra” Ap 5:5-6.
Esta é a história de Pessach que todos precisamos conhecer: que a morte do cordeiro – que aparentemente causa tristeza e dor – transforma-se na ressurreição do Leão, que enquanto Cordeiro é manso, amável, dócil, mas que, ao ressurgir da morte se transforma num Leão cheio de poder e autoridade que derrota até mesmo os poderes mais terríveis das trevas.
Celebrar Pessach da forma correta é dizer ao mundo espiritual: eu estou consciente de que o Cordeiro de Elohim morreu por mim; mas tenho consciência também de que o Leão da tribo de Iehuda ressuscitou para que eu tenha certeza de que a vitória está em minhas mãos! Não abra mão nem da vitória nem da certeza de que as trevas já foram derrotadas!
Que nesta Festa de Pessach você e eu possamos ver materializadas as vitórias de Ieshua o Ungido sobre as trevas a cada passo de nossa caminhada com Ele e que este seja um tempo de “ressurreição” dos “fracos” para se tornarem guerreiros dos céus em nome de Ieshua!
Fonte: www.shemaysrael.com (Mário Moreno)

terça-feira, 27 de março de 2012

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Reflita

Shalom!

Hoje a internet tem sido uma ferramenta que pode ser uma arma para o BEM ou para o MAL. E atualmente as redes sociais têm sido como um vírus que se espalham facilmente e rapidamente, do que algo digo num canal de TV ou numa notícia veiculada através dos meios impressos (jornal, revista, entre outros).

Semana passada, vi a foto que me chamou a atenção e é a mais pura verdade. Portanto, reflita o que esse jovem Danilo Gentili argumentou sobre o carnaval. Boa leitura



"Queria 
ser presidente por um dia. Faria uma lei que anulasse o carnaval em prol da nação. Argumentos lógicos não me faltam: Diminuição de acidentes; menor índice de HIV positivo; melhorar imagem do país no exterior; cortar semana ociosa para que aumentemos nossa renda; valorizar a imagem da mulher brasileira; investir os 2 bilhões por ano do carnaval em educação; diminuir consumo de drogas nesse período....

Acho que não teria o apoio popular pra isso. Já tivemos presidentes que afundaram a educação, a habitação, a reforma agrária, a inflação, a renda familiar, os empregos, e até mesmo presidente que roubou nossa poupança. Ninguém reclamou. Porém se eu acabasse com o carnaval certamente me matariam. Mesmo sabendo o risco que corro, aceitaria essa missão suicida, afinal, é melhor morrer no país do carnaval do que viver no carnaval desse pais." Danilo Gentili

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

"Aprendendo a andar no sobrenatural"

Shalom!


Abaixo, está um resumo de estudo que fiz em outubro de 2011, na Escola Sobrenatural, realizada na cidade de Tatuí/SP, com a ministração do Bispo Edmundo Félix, de Belo Horizonte/MG, direcionado para os Ministérios de Louvor e Adoração.
Boa leitura e bons estudos!

Sete Princípios para andar no Sobrenatural:


1. É necessário viver uma vida diária e conscientemente de mortificação da carne através da cruz;
2. É necessário ter uma vida consciente de santificação e consagração;
3. É necessário ter comunhão com o Espírito Santo, e está sempre aberto para aprender com a Sua unção;
4. É necessário crê que não existe proclamação do evangelho através do louvor ou pregação sem a prova do poder de Deus, um está diretamente ligado com o outro, não se separa;
5. É necessário ter ousadia para exercitar a fé diante de situações humanamente impossíveis de serem mudadas;
6. É necessário crê que o poder de Deus só vai operar quando o crente agir;
7. É necessário trabalhar para ser uma pessoa que anda no sobrenatural.



quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Evento - Retiro de Carnaval


 Realização: Igreja Evangélica "A Mensagem da Cruz" - Araçatuba/SP
 Promoção: Rede de Adolescentes e Jovens
 Maiores informações: (18) 3622-5204